


Compreendendo os paralogismos: um guia para identificar falácias lógicas
Um paralogismo é uma falácia lógica em que uma conclusão é tirada de premissas que não são suficientes para apoiá-la. Em outras palavras, o argumento é baseado em raciocínio inválido ou falho.
O termo "paralogismo" é derivado das palavras gregas "para" (que significa "ao lado" ou "ao lado") e "logos" (que significa "razão" ou "argumento "). Foi usado pela primeira vez pelo filósofo e lógico Gottlob Frege no final do século 19 para descrever um tipo de falácia que envolve tirar uma conclusão que não é garantida pelas evidências disponíveis.
Aqui estão alguns exemplos de paralogismos:
1. “Sempre acreditei que o céu é azul, portanto o céu deve ser azul.” Este argumento é um paralogismo porque assume que as crenças são sempre baseadas em evidências, quando na verdade podem ser baseadas em muitos outros fatores, como hábito, tradição ou preferência pessoal.
2. "Se eu ganhasse na loteria, ficaria feliz, portanto devo ganhar na loteria." Este argumento é um paralogismo porque assume que a felicidade depende exclusivamente de ganhar na loteria, quando na verdade existem muitos outros fatores que podem contribuir para a felicidade.
3. "Nunca vi um fantasma, portanto fantasmas não existem." Este argumento é um paralogismo porque assume que a falta de provas da existência de algo é prova de que algo não existe, quando na verdade pode haver muitas outras razões pelas quais as provas não foram encontradas.
Em cada um destes exemplos, a conclusão não é logicamente suportado pelas premissas. A primeira premissa pode ser verdadeira, mas a segunda premissa baseia-se numa suposição não declarada ou numa falácia lógica, que mina a validade do argumento como um todo.



